14 de fevereiro de 2014

catorze do dois

Sim, Indelével...
Não chorei por ti insolicitamente,
Nem pranteei a lástima da tua falta
Apenas guardei, aquietando-me sofrida
Calada ao vento, aguardando alento
O afeto que em pouco tempo se erigiu e se esvaiu
Deixando-me assim,
Escoteira...
Indelével, indelével!
Chegaste quando eu te sonhava
Abrindo as cortinas, janela adentro
Reparando toda a avidez
Que o tempo fez escamotear e abafar
Toda correnteza que nos separara
Tornando indelével a indestrutível ternura
A que, infindamente, apreciarei.
meu.

13/02/2014

Num raio de sol

No sol, na manhã Areia do mar Me assentava esperando você Dourado o chão Toda luz em mim Entre o som das ondas A sua voz E no fechar dos o...