16 de dezembro de 2015

Generoso

Desdenhaste-me à míngua.
Sua falsa mão estendida
Dará talvez a mim
Sempre poesia.
Minha, apenas minha.
Visto que não vales
A merda nem o odor das fezes.
Por ti apenas a pena,
Que extremamente pobre és.

Rossana F. Refosco

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